14 de jun. de 2012

Famílias deixam animais após mudar para casa própria em Hortolândia (SP)

Moradores de uma área verde no Jardim São Sebastião, em Hortolândia (SP), estão sendo transferidos para apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida, no Jardim Minda, e deixando para trás os animais domésticos de médio e grande porte, porque foram orientados de que eles não devem ser levados para a nova moradia. Alguns animais estariam sendo deixados nas ruas, disseram moradores ao G1.

A faxineira Elza Maria Belo ainda não tem data para ser transferida, mas não sabe o que fazer se não puder levar o cão Pitoco e a gata Nina. “Disseram que não podemos levar a criação. Acho um absurdo. Para mim, eles são como seres humanos”, disse dona Elza. Para ela, o poder público precisava arrumar um lugar onde pudesse deixar os animais.


A operadora de máquinas Júlia Salustiano é tutora do cão Spike. Se realmente for transferida para um apartamento, não abrirá mão da casa nova, mas gostaria de encontrar alguém para adotar o cachorro. “Não tenho coragem de abandoná-lo”, disse.


O cão Spike na casa onde mora (Foto: Luciano Calafiori/G1 Campinas)

O sobrinho de Júlia, Edson Salustiano, também não tem data para deixar o local. Ele tem dois cães, os poodles Sofia e Puf. “Se eu for, tenho que levá-los junto”, disse.

A diarista Neusa Cerqueira Rodrigues está de mudança esta semana, mas a gata Nina não vai acompanhá-la, apesar de ser um animal de pequeno porte. “Não tenho condições de colocar grades nas janelas do apartamento e minha gata não fica presa. Ela gosta de sair, então, vou ter que deixá-la”, disse a diarista, enquanto arrumava a mudança.

Outra moradora com mudança marcada para os próximos dias é a trabalhadora rural Maria Florence de Oliveira. Ela tem três gatos e um cachorro, chamado Snoop. “Não tenho com quem deixá-los”, afirmou ela.


Antônio dos Santos está se despedindo do Jardim São Sebastião e do cão Bob. “Eu não tenho com quem deixá-lo. Ele é dócil e já estou sentindo saudades dele. Só de falar começo a chorar”, contou. “Se eu tivesse condições, eu o levaria”, disse Rosângela Oliveira, que também é tutora do cão. O gato da família foi adotado pela amiga Dora Kupferman, que já tem dois cães. “Fiquei com ele, porque ele não pode ficar na rua”, explicou.


Edson Salustiano e os cães. Sofia e Puf (Foto: Luciano Calafiori/G1 Campinas)


Outro lado


A Prefeitura de Hortolândia, por meio da assessoria de imprensa, informou que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) pode ser acionado em caso de moradores que não tiverem com quem deixar os animais após a mudança para os apartamentos no Jardim Minda.


Em nota, a prefeitura informou que existe amparo legal para a criação de animais de pequeno porte em condomínios. As questões de proibição devem ser resolvidas durante as assembleias de condomínios.


Serviço


O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Hortolândia fica na Rua Athanázio Gigo, 60, na Chácara Recreio.


Maria Florence e seu cão Snoop na rua onde mora em Hortolândia (Foto: Luciano Calafiori/G1 Campinas)

Fonte: G1

Cachorro é espancado até a morte em Jaú (SP)

Um jovem foi detido ontem, quarta-feira (13), por participar, junto com outros dois adolescentes menores de idade, da tortura, espancamento e morte de um cachorro, na cidade de Jaú, no interior de São Paulo.

De acordo com testemunhas, durante a manhã, os adolescentes atraíram o animal com brincadeiras e depois o espancaram, principalmente com golpes na cabeça. Quando perceberam que ele havia morrido, arrastaram o corpo do cão até o canteiro central da rua Lucindo Borgo.

Jonathan A. V., de 18 anos, e os dois menores, L. V., de 16, e G. A. S, de 14 anos, foram localizados em suas residências pouco tempo depois, segundo a PM. O trio mostrou aos policiais onde abandonaram o cão. Segundo a PM, o corpo de um gato, com sinais de espancamento sofrido durante a madrugada, também estava no local. O boletim de ocorrência foi registrado como abuso contra animais.

Os menores, segundo a PM, foram liberados, mediante comparecimento no Juizado da Infância e Juventude, e o maior de idade foi indiciado para comparecimento posterior no inquérito aberto. A Associação Protetora dos Animais de Jaú (Apaja) foi chamada para recolher os animais.

Fonte: Veja

Casos de crueldade e abandono de animais continuam ocorrendo em Nova Friburgo (RJ)

Apesar do grande número de pessoas e entidades que atuam em prol do bem-estar animal em Nova Friburgo, ainda são frequentes os casos de crueldade e abandono de animais em vários pontos da cidade. A redação de A Voz da Serra tem recebido uma série de denúncias sobre o problema, que acontece principalmente com cães de diversas raças e vem preocupando a comunidade. Um dos casos que gerou grande indignação aconteceu no fim de maio, quando 21 filhotes foram jogados na rua sem piedade. “Os bichinhos foram descartados como se fossem lixo e por pouco não morreram. Um filhote recém-nascido precisa de cuidados especiais para sobreviver e só pode ser doado com 45 dias”, afirmou Cristina Pacheco, que resgatou os cãezinhos.

Outro caso recente aconteceu no último dia 4, próximo a Duas Pedras, quando uma cadela da raça rotweiller foi retirada do Rio Bengalas pelo Corpo de Bombeiros e levada para a veterinária Pecly. O animal, que havia fugido de sua residência, provavelmente foi jogado dentro do rio por alguém e lá ficou. “A cadelinha estava lá desde o dia anterior e foi ignorada pela população. Ela chegou em estado de choque à veterinária, onde passou por exames que constataram fígado hipotrofiado, presença de massa tumoral no baço e grande cisto na região Peri renal”, disse Cristina, que também ajudou no resgate do animal.

Dona de um canil na Fazenda da Laje, há 20 anos Cristina se dedica a recolher animais abandonados nas ruas. Atualmente cerca de 200 cachorros ocupam o canil, que funciona em um espaço anexo a sua residência. “Apesar da grande quantidade de cães que possuo, sempre busco encaminhar os animais para adição. Se não fizesse, com certeza já estaria com mais de mil cães. Porém não tenho como doar os cegos, cancerosos e velhinhos. Esses acabam permanecendo no canil”, explica ela que conta com a ajuda da comunidade para desenvolver o seu trabalho. Quem quiser colaborar com a protetora, pode entrar em contato com ela pelo telefone 9931-2009.

Além dos cães, os cavalos da cidade também costumam ser alvo de maus-tratos e abandono. No fim de abril, o caso de um cavalo abandonado no Cônego, próximo ao Pavilhão das Artes, mobilizou muitos defensores de animais. Na ocasião, a redação de A VOZ DA SERRA recebeu várias ligações denunciando o estado físico do animal, que não tinha forças para levantar nem para se alimentar. Segundo populares, o animal havia participado da cavalgada de São Jorge e, por não estar acostumado, foi exposto a uma carga de exercício muito grande, ficando exausto.

Diante do aumento dos casos de crueldade e abandono de animais em Nova Friburgo fica evidente que é preciso retomar o debate sobre a construção de um local para abrigar esses animais. O tema foi abordado em 18 de abril passado, durante audiência pública sobre os direitos dos animais realizada na Câmara Municipal. Durante o encontro também foi mostrada a importância de promover campanhas estimulando a população a adotar animais, principalmente cães e gatos, em substituição à compra.

Fonte: A Voz da Serra

Polícia retira animais de ONG de proteção por maus-tratos

A Vigilância Sanitária e a Polícia Militar de Alfenas (MG) retiraram 32 animais, entre cães e gatos, da casa da presidente de uma entidade de proteção aos animais na noite desta quarta-feira (13). Segundo denúncias que chegaram ao Ministério Público, os bichos estava sendo vítimas de maus-tratos. A polícia só conseguiu entrar na casa depois de apresentar uma ordem judicial autorizando a operação.

Durante o recolhimento dos animais, dois cachorros morreram. A presidente da ONG São Francisco de Assis não foi encontrada em casa. Uma irmã, a mãe e o tio da presidente da ONG foram levadas para a delegacia. Elas prestaram depoimento e foram liberadas. Os cães e os gatos recolhidos foram levados para um canil da Prefeitura de Alfenas.

A presidente da ONG não foi encontrada para falar sobre o assunto.

Assista à reportagem aqui.

Fonte: G1

Oitenta pessoas querem adotar cachorro que levou sete tiros e sobreviveu no CE

A lista de espera para adotar o cão pit bull Hulk alcançou 80 nomes nesta quarta-feira (14), de acordo com os responsáveis pelo animal. O cão foibaleado com sete tiros em uma invasão a uma casa na Praia da Tabuba, no Ceará, em maio último, em que duas pessoas foram mortas e uma ferida. O casal que resgatou o animal ferido decidiu pedir ajuda para conseguir dinheiro para o tratamento de Hulk e uma família que possa adotá-lo.

O casal, um policial civil e uma voluntária no trabalho de resgate de animais, retiraram o pit bull da casa de veraneio um dia após os crimes. O cachorro havia sido abandonado ferido após tentar proteger um dos homens que estava hospedado na residência.

O animal passou por diversos procedimentos cirúrgicos desde que foi resgatado. Entre eles, uma operação para retirada de uma bala na pata esquerda na última segunda-feira (11), Hulk corre o risco de perder a pata. O casal, em contato com o G1, disse que não tem condições de ficar com o animal e que não pode arcar cm toda as despesa do tratamento.

“Estávamos calculando e achamos que todo o tratamento dele deve sair em torno de R$ 6 mil”, disse o médico veterinário Marney Araújo, que tem cuidado do animal sem receber pagamentos até o momento. Desde que a história de Hulk foi publicada no G1, centenas de pessoas procuraram a clínica interessadas em ajudar o animal. “O retorno foi realmente impressionante, tive de trocar o telefone porque a bateria não deu conta. Foram mais de 22 mil compartilhamentos no Facebook. As pessoas não ligavam apenas para adotar, queriam saber da saúde dele, se ia ficar bem, se podiam visitar”, contou o veterinário.


Adoção

A voluntária que resgatou o animal disse que vai esperar até o animal se recuperar da cirurgia antes de decidir que família poderá ficar com ele. “Temos de esperar porque ele pode perder a pata. Uma coisa é querer adotar uma animal normal, outra é adotar um cachorro com três patas. Então decidimos esperar [três semanas]”, disse a mulher que não quer se identificar por temer represália do grupo que atacou a casa de veraneio.

A responsável por Hulk ainda não fez o levantamento de quanto foi depositado em dinheiro para ajudar Hulk. Segundo ela, apenas o antibiótico uado pelo animal custa R$ 850,00.

Fonte: G1

13 de jun. de 2012

Ganso é atingido por sete tiros de chumbinho e sobrevive

Um ganso sobreviveu após ser atingido por sete tiros de chumbinho. O veterinário Rob Conner descobriu as marcas após realizar um exame de raio-X na ave em uma clínica em Mountain Home, no estado do Arkansas (EUA).

Segundo o jornal “Baxter Bulletin”, o ganso tinha sido levado até a clínica após ser encontrado com a asa machucada. Os veterinários tiveram que inserir uma haste metálica e tubo de plástico na área lesionada.

Ele que ganhou o nome de “50 Cent”. Ao justificar o nome dado ao ganso, Conner destacou. “O rapper 50 Cent foi baleado várias vezes e sobreviveu. Por isso, dei o nome de 50 Cent”, disse ele.

Fonte: G1

11 de jun. de 2012

Britânica reencontra gato que estava desaparecido há mais de 10 anos


Bunny McCullough com seu gato 'Nuts'.

A britânica Bunny McCullough reencontrou seu gato que tinha desaparecido havia mais de dez anos, segundo emissora “ITV”.

O felino havia sumido da casa de Bunny em Froggatt, Derbyshire, no Reino Unido, em 2001. Após buscas infrutíferas, a tutora já tinha perdido a esperança de encontrá-lo.

No entanto o felino retornou para sua tutora depois que um abrigo de animais achou um microchip de identificação nele.

O gato chamado “Nuts” foi parar no abrigo depois que uma idosa que vinha cuidando dele faleceu. O microchip foi descoberto durante exames de rotina.

“Eu fiquei surpresa e encantada ao receber a ligação de que Nuts tinha sido encontrado”, afirmou Bunny.

Fonte: G1

10 de jun. de 2012

Restaurante serve rã ainda viva em Cingapura


Restaurante serve apenas 5 pratos deste tipo por dia. (Foto: Reprodução/ Strait Times)
Um restaurante japonês em Cingapura gerou uma polêmica ao apresentar um prato com uma rã viva. Leitores do jornal “Strait Times” entraram em uma discussão sobre a crueldade dessa especiaria.

Segundo o jornal, o animal é mantido vivo até o momento em que alguém faz o pedido, então o chef retira as entranhas não comestíveis da rã e serve sashimi do animal que ainda se contorce.
As rãs, da espécie rã-touro, são criadas em cativeiro. O restaurante afirmou que serve no máximo cinco rãs vivas por dia.

Fonte: Band

Vídeo mostra animais sendo tratados como objetos e entretenimento




Está na altura de dar um passo decisivo na proteção jurídica a dar aos animais. De uma vez por todas os animais têm de deixar de ser “coisas” aos olhos da lei. A condição de propriedade que lhes é atribuída não pode permitir que atrocidades sejam cometidas diariamente, não pode deixá-los à mercê de bestas humanas, não pode deixá-los desprotegidos. Falo por mim e digo-vos que o cão que faz o favor de viver comigo, de me aturar diariamente, não é uma “coisa”. Longe disso. Tem um nome que reconhece, tem um coração que bate e respira como qualquer um de nós. Amo-o e ele ama-me incondicionalmente. Este vídeo devia ser visto por todos. Devia ser obrigatório em todas as escolas do país. Devia fazer parte da formação cívica de todos os indivíduos que nele crescem.

Há que agir. Todos juntos, enquanto parte integrante que somos de uma dita sociedade civilizada, lutarmos por uma nova lei de proteção aos animais. O tempo é agora. E quem legisla tem de perceber isto de uma vez por todas.

Aviso: algumas imagens deste vídeo são chocantes, mas não podemos virar as costas à realidade. Enfrentar o mal para fazer o bem.

Fonte: Expresso

Cão que estava sendo comido por insetos apresenta melhoras e ganha novo lar no PR




Batizado de Frank, o cão estava à beira da morte em um terreno baldio e foi resgatado pela Sociedade Protetora dos Animais de Apucarana.

A Sociedade Protetora dos Animais de Apucarana (PR) é uma entidade que sobrevive pelo empenho de alguns voluntários. A Soprap não tem vínculo com o governo, e todas as ações são realizadas em prol da vida dos animais.

Na semana passada, voluntários da ONG resgataram no bairro Djalma Mendes este cachorro. O nome dele é Frank. O cão estava vivendo abandonado em um terreno baldio, e já estava sem comida e sem água há mais de duas semanas.

Jaqueline trabalha como agente de viagens durante o dia e à noite estuda comércio exterior. Nos intervalos da sua rotina, ela participa das ações da ONG. Ao ficar sabendo da história de Frank, ela se sensibilizou e acabou levando o cão para a sua casa.

A Soprap vive de doações. Quem quiser ajudar a ONG ou adotar um animal, basta procurar pela página da entidade na internet, que é apucarana-soprap.com ou pelo telefone (43) 9670-4848.

Fonte: TN Online